sexta-feira, 4 de março de 2011

Universidade e Especialização: O Ovo da Serpente

Universidade e Especialização:
O Ovo da Serpente




Por NILDO VIANA
Professor da Universidade Federal de Goiás (UFG).




Iremos, no presente texto, apresentar uma discussão acerca da relação entre universidade e especialização, isto é, entre as instituições de ensino superior e o processo de especialização profissional e intelectual. Para realizar isto iremos colocar o caráter da divisão social do trabalho em nossa sociedade e discutir a divisão do trabalho intelectual derivada dela e os problemas gerados por ambas no sentido de se ter uma compreensão da totalidade dos fenômenos, o que significa realizar uma discussão epistemológica. Também abordaremos a inserção da universidade no interior desta problemática e o que pode ser feito diante do quadro apresentado.
A Importância da Categoria da Totalidade
A compreensão da realidade social e natural é um processo que requer que procedimento intelectual? Sem dúvida, a categoria de totalidade e a visão do todo são fundamentais. Hegel destacou isto através de sua célebre frase: ao ver a árvore pode se perder de vista a floresta. “O verdadeiro é o todo”, disse Hegel (1992, p. 31), mas a totalidade em Hegel ainda é metafísica, o que não lhe retira o mérito de ter destacado sua importância para a consciência humana.
Marx irá considerar a totalidade da forma mais adequada, colocando-a como uma das categorias fundamentais de seu método dialético, que ele também chama, em algumas passagens, de concreto (Marx, 1983) e é daí que alguns pensadores irão falar de “totalidade concreta” (Kosik, 1989). Mas Marx vai além disso, pois não só enfatiza a necessidade de chegarmos a uma totalidade concreta, de reconstituirmos o fenômeno pela mediação da abstração e descobrir as suas determinações, e assim compreendermos sua manifestação concreta, histórica, determinada, como também apontou as raízes históricas do abandono da visão da totalidade concreta.
A divisão social do trabalho é a chave para compreender a visão parcial e limitada da realidade. Não é sem motivo que Marx e Engels (1992) identificaram o nascimento da ideologia com o surgimento da divisão entre trabalho intelectual e trabalho manual. É somente com esta divisão social que os trabalhadores intelectuais poderão pensar que as idéias, a consciência, são autônomas, independentes. É o caso da filosofia, que só se torna possível quando a produção material permite que alguns indivíduos se dediquem tão-somente ao trabalho intelectual (Viana, 2000a). Daí a importância das idéias na filosofia platônica. Assim, a divisão social do trabalho faz nascer uma visão limitada da realidade, pois o indivíduo envolvido nestas relações passa a ver o mundo a partir de seu modo de vida, de seus valores e relações sociais oriundos daí. As representações cotidianas são expressões das relações sociais que os indivíduos travam em sua existência, o que significa que relações sociais limitadas (submetidas à divisão social do trabalho) produziram representações limitadas, ilusórias.
Na sociedade capitalista isto se agrava. Com o processo de ampliação cada vez maior da divisão social do trabalho, temos um indivíduo cada vez mais especializado. Na sociedade capitalista temos não só uma divisão entre trabalho intelectual e manual como uma divisão no interior do próprio trabalho intelectual. A divisão social do trabalho intelectual significa a formação de trabalhadores intelectuais que se dedicam apenas a determinados fenômenos, utilizando determinadas teorias, métodos e técnicas. Estes trabalhadores intelectuais formam categorias profissionais, com interesses próprios, com modos de vida próprios. Assim, a divisão social do trabalho intelectual possui uma base social, a categoria profissional, e uma base intelectual, a tradição da ciência na qual se fundamentam os profissionais de uma determinada área (abrimos um parêntesis aqui para explicar que entendemos por tradição científica uma determinada ciência particular – a biologia, a química, a física, a sociologia, a economia, a psicologia, a lingüística etc.). Esta dupla base acaba reforçando a especialização. O intelectual perde a visão do todo, vê apenas a árvore e nunca a floresta.
A primeira grande divisão do trabalho intelectual ocorre entre ciências naturais e ciências humanas e estas acabam se subdividindo em inúmeras outras ciências particulares. As ciências sociais se dividem em História, Sociologia, Antropologia, Geografia, Ciência Política, Economia, Psicologia, etc. e acabam produzindo, em seus extremos, os determinismos científicos (geográfico, econômico, etc.), e visão limitada da realidade social (Viana, 2000b). Mas isto também ocorre nas ciências naturais, o que leva, em seu extremo, a outro tipo de determinismo (biológico, genético, etc.).
O valor da categoria da totalidade, destacada também por Lukács (1989) é desconsiderado devido ao próprio desenvolvimento da divisão social do trabalho. Isto vai gerar inúmeros problemas em matéria de compreensão da realidade. A especialização se aprofunda de tal modo que ela se reproduz no interior de uma mesma ciência. Um médico cardiologista é um especialista limitado se não ultrapassar os limites de sua formação especializada. Os problemas cardíacos são orgânicos, sem dúvida, mas sua origem pode ser social, e isto poderia ser descoberto por um médico que tivesse acesso à psicossomática e psicanálise, bem como à sociologia. Além disso, é preciso uma visão global do organismo, que nem sempre os especialistas de algumas áreas da medicina possuem. Qual é o papel do médico e da medicina na sociedade? Prevenir ou curar? Atuar na doença já constituída ou evitar sua constituição? Ser um especialista restrito, apolítico, ou um pesquisador adisciplinar e com uma visão ampla da realidade? Obviamente que os interesses de uma categoria profissional é um obstáculo para certos posicionamentos, que, no entanto, seriam benéficos para a população e para o desenvolvimento do saber. Este é apenas um exemplo. Milhares de outros poderiam ser desenvolvidos.
Do ponto de vista metodológico, a totalidade é fundamental porque não é possível compreender as partes sem uma visão do todo. Não é possível compreender a dinâmica populacional sem compreender os processos culturais de casamento e procriação, sem compreender o processo de deslocamento da força de trabalho e da oferta de emprego, sem compreender o processo de desenvolvimento dos serviços de saúde, avanços da medicina, políticas estatais, etc. Enfim, sem uma visão do todo se vê apenas partes isoladas e ideologicamente “explicadas”. Não é preciso dizer que isto não só é uma necessidade teórica como também prática. A resolução de problemas sociais, ambientais, entre outros, requer sua compreensão, e, portanto, a visão da totalidade.
A visão parcelar da realidade, principalmente quando provoca o isolamento de suas partes, produz não somente idéias falsas, mas práticas equivocadas. Por isso, a categoria de totalidade assume importância fundamental.
Assim, a divisão social do trabalho cria e amplia a divisão social do trabalho intelectual. Sem dúvida, esta última é uma parte da primeira, ou seja, a divisão social do trabalho intelectual é uma forma assumida pela divisão social do trabalho, pois ela possui uma base social (as categorias profissionais) e uma base intelectual (a tradição científica ou técnica, incluindo também a filosofia). Mas quando falamos em divisão do trabalho intelectual estamos falando de uma conseqüência da divisão social do trabalho. A divisão social do trabalho é um elemento do modo de produção capitalista. No entanto, a divisão social do trabalho se manifesta como divisão do trabalho intelectual em algumas categorias profissionais, que são as compostas por trabalhadores intelectuais e técnicos especializados, além dos filósofos e teólogos, embora estes, principalmente os últimos, não estejam tão sincronizados com a sociedade moderna, sendo mais resquícios anacrônicos de sociedades pré-capitalistas. A divisão do trabalho intelectual, por sua vez, produz uma visão limitada da realidade, pois cada categoria profissional constitui sua tradição científica própria, que não apenas recorta uma esfera da realidade e a elege como seu objeto de estudo como também cria métodos, técnicas, teorias que fornecem uma visão condicional da realidade. Cada tradição científica, com o peso que possui a palavra tradição (entendemos por este termo o conjunto de valores e idéias que são transmitidos de geração em geração, criando vínculos arraigados e fortes, dificilmente superados pelos que são socializados no seu interior), produz os seus precursores, seus clássicos, sua linguagem etc. Isto tudo gera uma “armadura ideológica”, isto é, uma visão condicional da realidade. Tal visão se caracteriza pelo fato de que ela não pode ultrapassar determinadas condições, oriundas da tradição científica em questão.
Historicamente, cada tradição científica busca sua própria consolidação e legitimação e isto abre espaço para a posterior competição entre as diversas tradições científicas visando atingir o cume da hierarquia no sistema das ciências (Viana, 2000b), incluindo também outras formas de saber, tais como os técnicos, filosóficos etc. Por detrás de tudo isto existem interesses originados na base social da divisão do trabalho intelectual: as categorias profissionais. Estas buscam se organizar e defender seus interesses corporativos, tanto através de associações e conselhos quanto de ações no interior das instituições de ensino superior e do discurso sobre a importância de sua tradição científica. A competição entre as categorias profissionais possui como determinação fundamental o caráter competitivo da sociedade capitalista. A questão da competição como elemento constituinte das relações sociais no capitalismo foi analisada por diversos pesquisadores (Fromm, 1976; Mills, 1970). Mas além da competição também o processo crescente de burocratização e mercantilização das relações sociais reforçam esta tendência e fazem parte da totalidade da sociabilidade capitalista. O processo de mercantilização e burocratização das relações sociais torna a ascensão social, status, riqueza e poder, valores fundamentais na sociedade moderna (Viana, 2002). Por conseguinte, a valoração de uma tradição científica reforça a valoração de uma categoria profissional e vice-versa. Tudo isto reforça a especialização e a visão parcelar da realidade. Cada pesquisador passa a ver a realidade de acordo com sua tradição científica. Assim, a crítica que Marx fez ao “idiotismo da especialização” adquire relevância para a compreensão da formação intelectual em nossa sociedade e também a crítica que Karl Korsch (1977) realiza às diversas tradições científicas submetidas à divisão do trabalho intelectual ganha força e radicalidade que devem nos fazer repensar o trabalho intelectual na sociedade capitalista.
O especialista vive em relações sociais limitadas (e todos somos especialistas, pois possuímos um espaço reservado na divisão social do trabalho, através da categoria profissional) mas o trabalhador intelectual, por se dedicar a analisar tais relações, ou outros fenômenos relacionados a elas, fazendo um corte temático (o “objeto de estudo” de sua ciência) e, muitas das vezes, isolando-as das demais relações sociais, acaba criando sua naturalização e universalização, produzindo uma sistematização de uma falsa consciência, isto é, uma ideologia.

Universidade e Divisão do Trabalho Intelectual

As universidades são instituições que possuem como principal objetivo formar força de trabalho especializada, ou seja, especialistas. Ela se organiza institucionalmente a partir da divisão do trabalho intelectual e a reproduz. O próprio processo de seleção daqueles que irão ingressar nela já tem como pressuposto a opção de especialização, ou seja, através da escolha do curso, que significa, escolha da especialidade a ser seguida, isto é, escolha da categoria profissional ao qual o estudante, após o término do curso, irá pertencer. A divisão da Universidade em Faculdades, Institutos, Departamentos etc. é mero reflexo da divisão social do trabalho. Existem as grandes divisões: exatas, biológicas, humanas, agrárias... depois aparecem as subdivisões, até chegar ao curso, onde se forma o estudante, que será biólogo, agrônomo, matemático, sociólogo, psicólogo, médico, advogado, físico, químico, farmacêutico, bibliotecário, geógrafo, historiador etc.
Ao entrar na universidade o estudante já fez, em muitos casos, uma “escolha vocacional”, e isto lhe predispõe a aderir à tradição científica da qual fará parte. O processo de formação significa, no fundo, um lento processo de internalização de valores, linguagem, idéias etc. de sua tradição científica. Isto cria, simultaneamente, uma resistência às demais tradições científicas, umas por serem consideradas “inúteis” para sua formação profissional, outras por colocarem claramente a competição pela hierarquia no sistema de ciências. Mesmo quando não há resistência, geralmente, toma-se as demais tradições científicas como “disciplinas auxiliares”, meros apêndices da tradição científica na qual se forma. Isto é apenas produto de todo um sistema de ensino fundamentado na divisão social do trabalho.
Mas o grande problema gerado por tal divisão do trabalho intelectual não se encontra apenas nisto. O “ovo da serpente” choca noutro lugar. Ele se encontra na prática derivada desta formação. A ideologia não só é falsa consciência, não somente legitima o status quo, como também é mobilizadora, é constituinte de técnicas, ações, práticas, políticas estatais etc. Vejamos alguns exemplos para perceber a amplitude das conseqüências da divisão do trabalho intelectual. Em certas ciências ou categorias profissionais ela gera ideologias. A forma mais visível destas se encontra nos chamados determinismos: geográfico, biológico, genético, econômico etc. Assim nasce o biologismo, o sociologismo, o economicismo etc. Mas elas também se manifestam sob formas mais amenas. Esta ideologia, por sua vez, além de ser uma forma de falsa consciência, também gera outras conseqüências. A falsa consciência pode legitimar o status quo, desmobilizar os movimentos de contestação social, corroer a crítica e a percepção da totalidade da vida social etc. Mas uma vez existindo, pode se tornar uma fonte de ações, práticas, políticas estatais e técnicas extremamente nocivas, seja ao conjunto da população ou a parte dela. Tomemos um caso extremo como exemplo: a sociobiologia. A sociobiologia – um derivado contemporâneo do darwinismo – vem dizer que a violência, o egoísmo etc. são genéticos... (Viana, 2001a). Outro exemplo: as ideologias do cérebro (Viana, 2001b). Tomemos apenas um exemplo, o da ideologia do cérebro enquanto substância química nos diz que um problema emocional tem raiz puramente orgânica. São formas de falsa consciência mas geram ações prejudiciais à população: a sociobiologia pode justificar e incentivar políticas estatais repressivas sobre parte da população e a ideologia do cérebro como substância química provoca tratamento de problemas emocionais através de drogas, muitas vezes na “moda”, e de acordo com os interesses das indústrias farmacêuticas, gerando diversos problemas aos seus usuários – por exemplo, o chamado “efeito colateral” (Kamim, Lewontin e Rose, 1987).

Universidade e Intelectual Coletivo

Neste contexto, que fazer? Alguns dos sintomas dos problemas gerados pela especialização já foram há muito tempo identificados, mas as soluções propostas são paliativos que nada resolvem. Uma das soluções propostas se encontra na chamada interdisciplinaridade, que, além de ser mais uma solução discursiva do que realizada na prática, apenas propõe juntar disciplinas ao invés de abolir a divisão imaginária que elas representam. Também há a discussão entre a formação do “generalista” em contraposição a do “especialista”, mas esta é uma questão bem mais restrita, pois se refere aos profissionais de uma mesma área (por exemplo, se o médico é “generalista” ou “especialista”, clínico geral ou especialista em alguma área).
Estas e outras propostas não resolvem a questão. Qual seria uma possível solução para este problema? Devemos reconhecer que a base social da especialização (a inserção numa categoria profissional), não pode ser removida no contexto da sociedade moderna. Isto só seria possível com uma profunda transformação social, o que pode constituir num objetivo, mas não numa prática imediata. Apesar disto, é possível superar a divisão do trabalho intelectual através de uma formação mais ampla. Em primeiro lugar, seria necessário abandonar os valores constituídos no interior das categorias profissionais (valorar a própria profissão, colocar sua tradição científica como a fundamental, a mais importante etc.); em segundo lugar, superar a visão condicional da realidade oriunda de uma determinada tradição científica; em terceiro lugar, buscando viabilizar isto, constituir coletivos de trabalho intelectual, a formação de um intelectual coletivo, no interior das instituições do ensino superior. Junto com isso e viabilizando sua concretização, mudanças curriculares, rompendo com a discriminação de outras tradições científicas e integrando-as na focalização temática (por exemplo, num curso de psicologia, o que a antropologia e as demais ciências apresentadas como “disciplinas auxiliares” poderiam contribuir nos temas – objetos de estudo – psicológicos? Ou seja, não se trata de estudar a antropologia pela antropologia mas sim demonstrar em que pode contribuir com a compreensão, por exemplo, da questão da “normalidade e anormalidade”, entre outros exemplos possíveis), o que já existe em matéria de tentativas mas que não são praticadas eficazmente e encontram resistências. Também o estudo da história da ciência seria fundamental. Ao lado dela, a filosofia e sociologia das ciências seriam importantes neste contexto. Estas disciplinas forneceriam uma visão mais abrangente das tradições científicas e possibilitariam uma visão mais ampla (social, história, epistemológica) delas. Outro elemento seria a formação epistemológica que trabalhe com um método universal (no caso das ciências humanas, um método que possua eficácia em todas elas), recuperando a tese da unificação das ciências humanas via método, mas agora num sentido de busca da superação de sua divisão imaginária, o que já pressupõe uma opção metodológica. Tal opção metodológica, obviamente, requer a visão da totalidade enquanto princípio, o que simplesmente significa que é impossível se pensar, tal como prega o positivismo, em neutralidade de valores. E junto com este método, teorias e técnicas de pesquisa. A formação epistemológica também mereceria destaque na estrutura curricular, possibilitando uma constituição de um pesquisador não especialista, mas sim dedicado a determinados temas e com possibilidade, devido a tal formação, de passar de um domínio temático para outro. Isto tudo junto com outras mudanças (curriculares, de percepção da totalidade, de formação epistemológica) formariam alguns elementos que permitiriam diminuir os males da especialização. Também a formação de coletivos adisciplinares (para utilizar um neologismo), constituídos por associações, grupos de estudos e trabalho etc., voltados para pesquisas e ações no sentido de concretizar as mudanças propostas e elaborar novas formas de combate à divisão do trabalho intelectual, completariam o quadro de um projeto de questionamento da especialização. Portanto, tanto a predisposição individual dos pesquisadores como ações coletivas podem contribuir com o processo de questionamento da divisão do trabalho intelectual e buscar formas de superá-la. Assim, algumas serpentes não irão nascer e iremos contribuir para que as universidades deixem de ser um ninho de serpentes e passem a ser semente de um mundo novo.

Referências Bibliográficas
Fromm, Erich. Psicanálise da Sociedade Contemporânea. 2a edição, Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
Hegel, G. F. Introdução à Filosofia da História. Brasília, UnB, 1992.
Kamin, Leon; Lewontin, Richard; Rose, Steven. Genética e Política. Lisboa, Europa-América,  1987.
Kosik, Karel. Dialética do Concreto. 4a edição, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1989.
Korsch, Karl. Marxismo e Filosofia. Porto, Afrontamento, 1977.
Lukács, Georg. História e Consciência de Classe. 2a edição, Rio de Janeiro: Elfos, 1989.
Marx, Karl & Engels, Friedrich. A Ideologia Alemã (Feuerbach). 8a edição, Hucitec: 1992.
Marx, Karl. Contribuição à Crítica da Economia Política. 2a edição, São Paulo, Martins Fontes, 1983.
Mills, C. Wright. Poder e Política. Rio de Janeiro: Zahar, 1970.
Viana, Nildo. A Filosofia e Sua Sombra. Goiânia: Edições Germinal, 2000a.
_____, “A Questão dos Valores”. Cultura & Liberdade (Goiânia). Ano 1, no 2, Fevereiro de 2002*.
_____. Cérebro e Ideologia”. Estudos/Vida e Saúde – Revista da Universidade Católica de Goiás. Vol. 29, nº 03, maio/junho de 2002**.
_____. “Darwinismo e Ideologia”. Pós – Revista Brasiliense de Pós-Graduação em Ciências Sociais (Brasília). Ano 5, no 5, Dezembro de 2001.
_____. “Sobre as Ciências Sociais”. Estudos/Humanidades (Goiânia) – Revista da Universidade Católica de Goiás. vol. 27, no 4. out.dez/2000b.


* Veja: VIANA, Nildo. Os Valores na Sociedade Contemporânea. Brasília, Thesaurus, 2007.
** Veja, Viana, Nildo. Cérebro e Ideologia. Uma Crítica ao Determinismo Cerebral. Jundiaí, Paco Editorial, 2010.
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Artigo publicado originalmente em:
VIANA, Nildo . Universidade e Especialização: O Ovo da Serpente. Revista Eletrônica Espaço Acadêmico, Maringá/PR, v. 2, n. 18, p. 1-5, 2002.

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