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Rádio Germinal
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quarta-feira, 18 de novembro de 2015
A Esfera Científica no Cinema
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Inconsciente Coletivo e Materialismo Histórico, nova edição, revista e ampliada
VIANA, Nildo. Inconsciente Coletivo e Materialismo Histórico. 2a edição, rev. e ampl. Florianópolis: Bookess, 2015.
Texto de apresentação:
O presente livro coloca em discussão o conceito de inconsciente coletivo, elaborado pelo psicanalista Carl Gustav Jung. Após analisar a concepção junguiana e de Erich Fromm, outro psicanalista, que trabalhou com o conceito de inconsciente social (equivalente ao de inconsciente coletivo), o autor realiza uma crítica à posição destes dois autores e apresenta uma ressignificação do conceito de inconsciente coletivo a partir da concepção materialista da história. Para fazer isso, rediscute, numa perspectiva marxista, alguns conceitos básicos da psicanálise (inconsciente, sublimação, deslocamento, etc.) e a partir de uma ressignificação de determinados conceitos, aponta para uma nova concepção de inconsciente coletivo e de outros fenômenos psíquicos, realizando a crítica de teses como a da existência de um instinto de morte, expressando a tese de que a agressividade, o ódio, os desequilíbrios psíquicos, não são instintuais e sim produtos da repressão. Ainda avança numa concepção de universo psíquico no qual o excesso de repressão (mais-repressão) gera energia destrutiva (sombra) e construtiva (persona), que se distinguem do inconsciente. Assim, a obra apresenta uma abordagem marxista do inconsciente e do inconsciente coletivo.
Texto da Contracapa:
A psicanálise, através de Freud, realizou
a descoberta fundamental do inconsciente. Outras contribuições, de Freud e seus
continuadores, foram oferecidas pela psicanálise. Contudo, as limitações
teórico-metodológicas e valorativas acompanharam o desenvolvimento da
psicanálise e lhe gerou várias limitações. A partir do materialismo histórico é
possível superar estes limites e a presente obra objetiva justamente contribuir
com esse processo de suplantação da psicanálise. E, nesse contexto, uma
ressignificação do inconsciente e do inconsciente coletivo, ao lado de uma nova
percepção do universo psíquico do indivíduo, tornam-se necessárias. Assim,
partindo da reflexão sobre o inconsciente coletivo e das contribuições
psicanalíticas, o presente livro apresenta o projeto de psicanálise social, ou
seja, materialista, histórica, proletária, revolucionária, a única psicanálise
possível, superando os limites da consciência burguesa.
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quinta-feira, 5 de novembro de 2015
As Esferas Sociais - A Constituição da Divisão Capitalista do Trabalho Intelectual
VIANA, Nildo. As Esferas Sociais. A Constituição Capitalista do Trabalho Intelectual. Rio de Janeiro: Rizoma, 2015.
Da Introdução:
A sociedade capitalista é extremamente complexa. Ao ampliar
a divisão social do trabalho sob intensidade nunca vista antes na história da
humanidade, expandiu, igualmente a especialização e as subdivisões. A presente
obra visa abordar um dos aspectos dessa divisão social do trabalho e faz parte
de um projeto de análise das formas sociais burguesas. Por conseguinte, o seu
objetivo é analisar a divisão social do trabalho intelectual no capitalismo,
que faz parte das formas sociais e, portanto, contribui com a compreensão de um
de seus componentes fundamentais. Trata-se das esferas sociais, que já foram
denominadas por outras formas, mas que sempre se referiu a um certo conjunto de
relações sociais que constituem o fenômeno que assim denominamos.
As esferas sociais surgem com o capitalismo. É parte das
formas sociais burguesas. Essa parte das formas sociais possui especificidade,
pois é um lugar de trabalho especializado, mas está inserido no seu interior e
no conjunto da sociedade moderna. Desta forma, o presente trabalho visa apontar
para uma análise de suas especificidades e relações internas, mas também para
sua relação com o conjunto da sociedade, mostrando que não são autônomas e sim determinadas
e que fazem parte do capitalismo, exercendo uma função reprodutiva do mesmo. No
entanto, aqui buscamos evitar dois equívocos, o reducionista e o isolacionista.
[...]
O objetivo do presente livro é, portanto, superar os dois
equívocos e apresentar uma concepção diferenciada de esferas sociais, parte das
formas sociais, e cuja compreensão é fundamental para uma análise mais ampla do
capitalismo e da produção cultural no seu interior. Para realizar esse
processo, é necessário analisar a relação entre capitalismo e esferas sociais. O
passo seguinte é analisar o que são as esferas sociais e sua dinâmica interna,
para, por fim, analisar suas relações com o capital, o Estado e as lutas de
classes. O resultado esperado, para usar terminologia acadêmica, é uma
compreensão mais profunda das esferas sociais e sua relação com a sociedade
capitalista. Se o resultado foi alcançado, isso cabe ao leitor dizer. Assim,
resta o veredicto da leitura.
Sobre as esferas sociais:
As Esferas Sociais, denominadas como "campo" por Bourdieu e por "esferas", por Weber, são concebidas nessa obra como subdivisões da classe intelectual, formando suas frações de classe, tal como a esfera artística, a esfera científica, a esfera técnica, a esfera jurídica, a esfera religiosa, entre outras. A divisão social do trabalho, tal como teorizada por Marx, é o elemento fundamental para explicar as esferas sociais. O livro analisar as diversas esferas em sua dinâmica interna e em sua relação com a totalidade das relações sociais.
Resenha:
Para ler resenha deste livro, clique aqui.
Sumário
Introdução
Capitalismo e Esferas Sociais
As Esferas Sociais
A Dinâmica das Esferas Sociais:
Hierarquia e Competição
A Dinâmica das Esferas Sociais: Os Mecanismos
de Competição
A Formação das Esferas Sociais
Capital e esferas sociais
Estado e esferas sociais
Esferas sociais e lutas de classes
Considerações Finais
Referências
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Veja textos sobre esferas ou subesferas específicas:
Outras obras sobre esferas sociais:
http://redelp.net/ revistas/index.php/rel/ article/viewFile/177/189
[Marx e a Esfera Científica].
http:// informecritica.blogspot.com .br/2016/08/ a-esfera-cientifica-no-cine ma.html
[A Esfera Científica no Cinema].
https://www.amazon.com/ ESFERA-ARTÍSTICA-Portuguese -Nildo-Viana-ebook/dp/ B00G3DGCQY
[A Esfera Artística]
http://redelp.net/ revistas/index.php/rsr/ article/view/5viana3/17
[A formação da Esfera Artística]
http://redelp.net/
[Marx e a Esfera Científica].
http://
[A Esfera Científica no Cinema].
https://www.amazon.com/
[A Esfera Artística]
http://redelp.net/
[A formação da Esfera Artística]
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Marx segundo Von Mises... ou as falácias presentes no facebook
Nos últimos tempos vem surgindo um conjunto de pessoas que fazem leituras superficiais sobre economia e política e começam a reproduzir, na internet, especialmente nas redes sociais (com destaque para o facebook), certos lugares-comuns equivocados. O blog Ombudsman do Facebook vem rebatendo e satirizando essas concepções. A imagem acima mostra um desses casos, tal como aqueles que através de leituras do site do Instituto Von Mises começam a querer criticar Marx, sendo que as críticas do próprio Von Mises já eram risíveis. O caso da política brasileira também é abordada nesse blog. Outro elemento que a página questiona é certas interpretações e concepções sobre a vida cotidiana, no qual afirmações falaciosas são repetidas para confundir as pessoas. Confira:
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terça-feira, 27 de outubro de 2015
Livro "Religião e Capital Comunicacional" acaba de ser publicado
VIANA, Nildo (org.). Religião e Capital Comunicacional. Rio de Janeiro: Ar Editora, 2015.
O livro organizado por Nildo Viana e que conta com artigos de André de Melo Santos, Erisvaldo Pereira de Souza, Maria Angélica Peixoto e Veralúcia Pinheiro, com prefácio de Flávio Sofiatti, aborda a relação entre religião e capital comunicacional. Abaixo o texto da contracapa dessa obra e o sumário da obra.
A igreja e a religião foram, no passado, tal como na
sociedade feudal, as grandes influências das representações e formas de
consciência da população. Na sociedade moderna, ela perde parte de sua
influência e novas formas de pensamento e reprodução do mesmo ganham espaço,
tais como a ciência, a escola e o capital comunicacional. O capital
comunicacional (“indústria cultural”), por sua vez, emerge na sociedade
capitalista e passa a ser uma das maiores forças de formação de opinião e
consciência. Ao lado disso, as relações sociais na sociedade moderna são
marcadas pela mercantilização, na qual tudo vai se transformando em mercadoria
ou assumindo a forma de mercadoria. O próprio capital comunicacional é
expressão da mercantilização da comunicação e dos meios tecnológicos de
comunicação. A religião não fica imune a esse processo.
Nesse contexto, a mutação da religião e de algumas igrejas
se torna visível. O seu vínculo com a mercantilização se torna cada vez mais
explícito e o uso do capital comunicacional é uma das formas de aliar a antiga
influência com sua forma mais contemporânea. O vínculo da religião e o capital
comunicacional se torna um dos fenômenos sociais mais importantes na sociedade
moderna, especialmente na sociedade brasileira. O presente livro ganha
importância nesse contexto, ao abordar essas “ligações perigosas”, pois revela
um processo de mercantilização da religião. A relação entre capital
comunicacional e religião é analisada sob vários aspectos, abordando a questão
da mercantilização, do capital comunicacional, da mutação religiosa, bem como
de casos específicos, tal como o uso de determinadas igrejas pelo capital
comunicacional. Logo, a temática desse livro se torna fundamental para
compreender a dinâmica religiosa contemporânea e sua relação com o capital
comunicacional.
SUMÁRIO
Prefácio
Flávio Sofiatti
Introdução
Nildo Viana
Religião, Mercantilização, Fetichismo e
Capital Comunicacional
Nildo Viana
Capital Comunicacional e Mutações Religiosas
Durante o Regime de Acumulação Integral
André de Melo Santos
Capital Comunicacional e Ação Religiosa
Erisvaldo Pereira de Souza
Igreja Universal e Uso do Capital
Comunicacional
Maria Angélica Peixoto
Mercado Religioso, Capital Comunicacional e
Violência na Sociedade Contemporânea
Veralúcia Pinheiro
Sobre os autores
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