domingo, 15 de maio de 2016

Regimes de Acumulação e Épocas Literárias



A sociologia da literatura já acumulou um conjunto de contribuições analíticas sobre o fenômeno literário e iniciou esse processo no século 19 e que vem recebendo novas contribuições até a atualidade. Dentre as diversas tendências que emergem na análise social da literatura, a abordagem marxista é uma das que mais se destaca. Desde os escritos de Marx e Engels (1986) sobre literatura, passando por diversos outros autores, até chegarmos a pensadores contemporâneos como Terry Eagleton (1997), temos um conjunto de abordagens marxistas ou influenciadas pelo marxismo que são contribuições para se pensar o fenômeno literário. É possível acrescentar, nesse caso, as contribuições oriundas das discussões sobre arte em geral realizadas por autores representantes ou influenciados pelo marxismo.

         Essas contribuições, que formam um amplo conjunto, são interessantes para uma análise social da literatura. No entanto, o nosso objetivo aqui não é rediscutir a sociologia da literatura e nem a análise marxista da literatura[1]. O nosso objetivo é analisar um elemento mais específico, embora totalizante, que é a relação entre regimes de acumulação e literatura, ou, mais precisamente, analisar as épocas literárias e o seu processo de constituição social. Sem dúvida, a sociologia da literatura aponta para diversas abordagens que se aproximam dessa temática, que podem ser muitas vezes distintas e até antagônicas, que não cabe aqui discutir. Mesmo no interior da produção analítica influenciada pelo marxismo há um conjunto de abordagens que são perpassadas por essa mesma temática.


Texto Completo na Revista Sísifo acessível em:

http://www.revistasisifo.com/2016/05/regimes-de-acumulacao-e-epocas.html

Veja Também:

http://informecritica.blogspot.com.br/2011/01/literatura-critico-progressiva-de-lima.html

Dossiê Literatura: Revista Ciências Humanas.

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