Rádio Germinal

RÁDIO GERMINAL, onde a música não é mercadoria; é crítica, qualidade e utopia. Para iniciar clique em seta e para pausar clique em quadrado. Para acessar a Rádio Germinal, clique aqui.

terça-feira, 4 de maio de 2010

V SACS - SEMANA ACADÊMICA DE CIÊNCIAS SOCIAIS - UFPR

11 A 14 DE MAIO DE 2010

A SACS é um evento promovido por alunos do curso de Ciências Sociais da UFPR e conta com a colaboração dos professores do mesmo curso. Tem como um de seus principais objetivos a comunicação entre os membros da comunidade acadêmica e aqueles fora do ambiente acadêmico, dessa forma a SACS objetiva se estender para além dos muros da academia e visa ainda trazer diferentes membros da comunidade para debaterem, se informarem, conhecerem, se comunicarem e aprenderem em conjunto.

A Semana Acadêmica de Ciências Sociais da UFPR teve sua primeira edição em 2006, como espaço de debate e de divulgação dos temas, áreas, problemáticas e práticas do que compreende as Ciências Sociais - Antropologia, Sociologia e Ciência Política, visando proporcionar esse ambiente de troca de experiências e conhecimentos, de reconhecimento do novo e do diferente, da apreensão das diversas formas de encarar a realidade social e propor soluções para os seus desafios.

A Comissão Organizadora da V Semana Acadêmica de Ciências Sociais da UFPR - 2010 mantém a preocupação com o ensino superior em todos os níveis, a prática da extensão e o fomento à pesquisa - atividades fundamentais na concepção de uma Universidade de qualidade, bem como com a demarcação dos rumos que orientam a prática científica e a prática política dos agentes sociais no cotidiano. Nesta perspectiva a V Semana Acadêmica de Ciências Sociais da UFPR - 2010 objetiva discutir temas dos diversos ramos e especialidades das Ciências Sociais de forma ampla e democrática, contando com a participação de professores, especialistas, militantes, artistas, ativistas e estudantes de diferentes partes do Brasil.

Programação

Terça Feira – Dia 11
09h00 - INSCRIÇÕES
Sala 903 – Sala PET Ciências Sociais

17h00 - Abertura Solene
NOITE
Mesa de Abertura – 19h00
Trajetórias Intelectuais.

Marco Antonio Perusso (UFRRJ)




Quarta Feira – Dia 12
MANHÃ
Mesa Redonda – 9h00
O Estruturalismo nas Ciências Sociais.

Selma Baptista (UFPR)
Adriano Codato (UFPR)
Ligia Negri (UFPR)

TARDE
Projeção de filme e debate – 14h00
Corpo e Estética.

Filme: "Pequena Miss Sunshine"
DEBATEDORAS:
Andréa Castro (UFPR)
Maria Desterro Figueiredo (UFPR)

NOITE
Mesa Redonda – 19h00
União Homoafetiva.

Ana Carla Matos (UniBrasil)
Márcio Marins (Dignidade)



Quinta Feira – Dia 13
MANHÃ
Mesa Redonda – 9h00
Gênero e Política: Participação da Mulher no Brasil.

Bruno Bolognesi (UFSCAR)
Clara Araújo (UERJ)
Patrícia Rangel (CFEMEA)

TARDE
Projeção de filme e debate – 14h00
Esporte e Questão Racial.

Filme: "Boleiros"
Debatedores:
Luiz Carlos Ribeiro (DEHIS)
Alexandro Trindade (UFPR)

NOITE
Mesa Redonda – 19h00
Meio-Ambiente e Desenvolvimento Nacional.
Dimas Floriani (DECISO)
Ricardo Cid (DEAN)
PAC



Sexta Feira – Dia 14
MANHÃ
Mesa Redonda – 9h00
Sociologia no Ensino Médio: Material Didático.

Simone Meucci (DECISO)

TARDE
Projeção de filme e debate – 14h00
Arte e Sociedade.

Filme: "Arquitetura da Destruição"
Debatedores:
Geraldo Leão (UFPR)
Nildo Viana (UFG)

NOITE
Mesa Redonda – 19h00
Planejamento Urbano e a Reforma de Curitiba.

Nelson R. de Souza (DECISO)
Reginaldo Reinert (IPPUC)
Maristela Ono (Design-UTFPR)

Mais Informações:
http://www.sacs.ufpr.br/

COLÓQUIO INTERNACIONAL CAPITALISMO COMO RELIGIÃO

Colóquio Internacional - Capitalismo como Religião

DESLOCAMENTOS DO RELIGIOSO NA SOCIEDADE CONTEMPORANEA
NÚCLEO DE ESTUDOS AVANÇADOS RELIGIÃO E GLOBALIZAÇÃO
PUC GOIÁS - UEG
Cidade de Goiás, 02 a 04 de junho de 2010


“O mercado global contém duas qualidades freqüentemente associadas à herança religiosa: transcen¬dência e onipresença. Sua globalidade transcende os indivíduos, as classes sociais e as nações, envolvendo a todos no seio de uma mesma integralidade. Seu domínio não conhece fronteiras, abarca o planeta por inteiro; homens, povos, natureza, a ele são submetidos. A universalidade do mercado, ou seja, sua extensão confere-lhe a dimensão de totalidade (e muitas vezes de totalitarismo). A transcendência é, contudo, sempre abstrata, algo latente; para se realizar ela deve manifestar-se no mundo, afirmar sua onipresença. A transcendência do mercado perpetua-se através do consumo, este é o ato que a situa, a singulariza, inserindo o indivíduo no seu ser... Entretanto, tais virtudes nada têm de “verdadeiras”, falta-lhes um fundamento ontológico, sagrado, por isso o mercado se apresenta como uma “falsa religião”, e sua adoração, uma “idolatria”. Religião e mercado surgem assim como entidades morais mundiais, concorrentes e conflitantes. Cada um com seus deuses, suas exigências, sua ética.”

Este texto do sociólogo Renato Ortiz (Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 16, n. 47, p. 72) dá uma boa impostação à proposta do Colóquio Internacional “Capitalismo como Religião – Deslocamentos do Religioso na Sociedade Contemporânea”. Os participantes do colóquio se propõem analisar e discutir as pretensões totalizantes e totalitárias do capitalismo, questionando se a sua ampla aceitação e onipresença mundial, a fusão dos horizontes da economia capitalista com as expectativas de felicidade e realização humana, a empatia da mercadoria com a esfera libidinal e do desejo, as experiências de transcendência que o consumo promete, se por tudo isso não deveria o capitalismo atual ser mais propriamente pensado e analisado como uma religião. Se não, onde estariam as fronteiras, os limites, as pertinências de cada um. Se sim, que tipo de religião seria este, que desafios teóricos coloca às ciências da religião, que desafios práticos propõe à prática política e que desafios existenciais apresenta também às religiões, sobretudo àquelas correntes críticas e libertadoras dentro do Cristianismo.

O Colóquio Internacional “Capitalismo como Religião – Deslocamentos do Religioso na Sociedade Contemporânea” é uma iniciativa do Núcleo de Estudos Avançados Religião e Globalização, da Rede Goiana de Pesquisa sobre Religião e Globalização e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, em parceria com a Universidade Estadual de Goiás, campus Cidade de Goiás. Dele participam economistas e historiadores, cientistas da religião, filósofos, teólogos e membros de movimentos sociais defensores de uma visão crítica da globalização. Como se trata de um colóquio, as conferências serão breves, de modo a propiciar bastante tempo para o debate entre os participantes e a interação com o público presente. Os textos das conferências estarão disponíveis a partir de meados do mês de maio nesta página.

Professores e estudantes das Ciências da Religião e das Ciências Sociais, pessoas e profissionais das mais diversas áreas estão convidados a participar.

PROGRAMAÇÃO

2/6/2010 – Quarta-feira
Tarde: Chegada à Cidade de Goiás, acomodação dos participantes
Noite
19h30 - Abertura e jantar de boas-vindas (NEAV-UEG)
20h30 - Passeio guiado pela cidade velha - Eduardo Quadros – UEG, Cidade de Goiás

3/6/2010 – Quinta-feira, Corpus Christi
Manhã
8h30 – Conferência: Pode o capitalismo ser considerado uma religião? Deslocamentos do religioso e esfera econômica
Alberto da Silva Moreira – PUC Goiás
9h – Debate e interação
10h – Pausa
10h20 – Conferência: Religión y fetichismo de la mercancía
José Antonio Zamora – CSIC, Madrid
11h - Debate e interação
12h – Pausa para almoço

Tarde
14h – Conferência: Capitalismo, transcendência e onipresença
Nildo Viana - UFG
14h30 – Debate e interação
15h30 – Pausa
16h – Conferência: A fé no dinheiro: promessa de salvação e riqueza infinita
Josué Cândido da Silva – UESC-BA, Ilhéus
16h30 – Debate e interação
17h30 – Pausa
19h30 – Jantar
20h30 – Programação cultural


4/6/2010 – Sexta-feira
Manhã
8h30 – Conferência: Mercado: a religião sem interditos e seu projeto de recriar o humano e o mundo
José Jorge de Carvalho – UnB, Brasília
9h – Debate e interação
10h – Pausa
10h20 – Conferência: O que o capitalismo mudou no cristianismo. Felicidade e renúncia
Luiz Carlos Susin – PUC-RS, Porto Alegre
11h – Debate e interação
12h – Pausa para almoço
Tarde
14h – Conferência: Grupos e movimentos cristãos contra a globalização capitalista autoritária
Michael Ramminger – ITP, Münster
14h30 – Debate e interação
15h30 – Pausa
16h – Conferência: As chances da religião libertadora – teologia da libertação e as utopias
político-religiosas dos excluídos
Nestor Míguez – CONICET, Buenos Aires
16h30 – Debate e interação
17h30 - Pausa
19h30 – Jantar
20h30 – Mesa-redonda final – As novas faces da religião

5/6/2010 – Sábado: possibilidade de visita à região de Goiás Velho.

Local: Universidade Estadual de Goiás – Campus Cidade de Goiás
Inscrições:
1) Preencher o formulário abaixo e enviá-lo para o endereço: camiladiassis@hotmail.com
2) Pagar a taxa de inscrição de R$ 15,00 na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião: PUC Goiás Área II, Bloco A, 1º andar (ao lado da igreja), Praça Universitária, Setor Universitário, Goiânia.
3) Ou pagar a inscrição diretamente na recepção do evento, na Cidade de Goiás.

Não estão previstas sessões para Comunicações.

Outras informações:
Geyza Pereira – Secretária do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião: Tel. 62 - 3946 1673
pcr@pucgoias.edu.br
Camila di Assis – Secretária do evento:
Tel. 62 - 8175 3729
camiladiassis@hotmail.com
Prof. Alberto da Silva Moreira – Coordenador do evento:
alberto-moreira@uol.com.br


Hotéis próximos à UEG, na Cidade de Goiás:

Hotel Araguaia
Av. Deusdete de Moura, 8 - Telefone: 62 3371-1462. Preços: R$ 20,00 por pessoa. Disponibilidade: 8 quartos duplos e 4 triplos.

Pousada Buriti
Av. Deusdete Moura, N° 7171 , Centro - Telefones: (62) 3371-3551 - 9208-6786 ou 9906-9830. Preço: R$ 25,00 por pessoa. Disponibilidade: 5 quartos triplos e 3 duplos.


Centro Diocesano de Pastoral
Rua Dr. Joaquim Rodrigues s/nº - Tel: Fax: (62) 3371-2380.
E-mail: diocesedegoias@cultura.com.br
10 min. da UEG; Preços: R$ 35,00 por pessoa

Outros hotéis e informações sobre a Cidade de Goiás:
http://goiasvelho.tur.br/cidade-de-goias-velho/hoteis-hotel-fazenda-pousadas-ecologicas-na-cidade-de-goias-velho.htm

http://www.guiadeonibus.com.br/hoteis.asp?Estado=go&Cidade=2730

Ficha de Inscrição:
http://www.ucg.br/puc/portal/home/secao.asp?id_secao=609

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Revista Sociologia em Rede

ENVIE SEU ARTIGO PARA REVISTA SOCIOLOGIA EM REDE NÚMERO 02!

A Revista Sociologia em Rede ( http://sociologiaemrede.ning.com) está recebendo artigos para sua edição número 02. Veja também o blog da Revista: http://sociologia-em-rede.blogspot.com/

O tema em destaque é "Cultura e Representações".

Há também seção de temas livres e resenhas.

As normas de publicação podem ser acessadas no seguinte link:

http://api.ning.com/files/0MoRY6mBKKJgvmtnpfyIo9-eIiyW0Pfw0-HlG7W26jZjb6tCqrxksPRiEwNJYX1WeFyL9jjwYkatNLlUFriuWpH6zsM10rCk/NORMASPARAPUBLICAO.pdf

O prazo para submissão de artigos é até dia 30 de Abril.

Enviar para o seguinte email:

nildoviana@terra.com.br

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Lucas Maia lança livro sobre Comunismo de Conselhos e Autogestão Social




MAIA, Lucas. Comunismo de Conselhos e Autogestão Social. Pará de Minas, Virtualbooks, 2010.


APRESENTAÇÃO

Este texto é um conjunto de ensaios escritos entre 2007 e 2009. Tem como temática central o comunismo de conselhos e Autogestão Social. Naturalmente que um não pode ser entendido separadamente do outro. O comunismo de conselhos é uma tendência política que expressa teoricamente o movimento operário quando este faz de sua praxis a expressão de seus interesses históricos. A Autogestão Social é o objetivo a ser concretizado por tal movimento. Assim, comunismo de conselhos e Autogestão Social formam um todo indissolúvel, sendo aquele uma das formas de expressão teórica desta. A história do conselhismo é a história do movimento operário. Quanto mais radical é o proletariado, mais radical se torna sua teoria. Entretanto, isto não implica que os conselhistas ficam sempre a reboque do movimento operário. Quando este é conservador e reformista, cabe àqueles indivíduos e grupos realizar uma severa crítica. Como diria Marx, não importa o que um operário ou mesmo o conjunto do proletariado pensa de si mesmo em determinado momento histórico. O que é fundamental mesmo são seus interesses históricos de classe. O proletariado empírico (este que está aí espalhado pelas estrias da sociedade capitalista) não é expressão dos interesses históricos de classe do proletariado. O proletariado empírico é aquele organizado para e pelo capital. Serve ao capital e em não raros casos defende as relações capitalistas. Pelo contrário, o proletariado revolucionário é aquele que no processo de luta contra o capital adquiriu consciência de seus interesses históricos e dentre tais interesses o principal é a abolição da sociedade capitalista, das classes sociais e a sua própria abolição enquanto classe social. É este proletariado que o comunismo de conselhos expressa e explica teoricamente. A própria história do conselhismo é marcada por esta tendência sempre constante em expressar as frações mais radicais (revolucionárias) do proletariado. É por causa disto que a crítica às demais tendências políticas existentes no seio do movimento operário foram sempre efetivadas pelos conselhistas. Os autores e grupos políticos que se reivindicam do marxismo e do comunismo de conselhos sempre quiseram demarcar com muita clareza seus pontos de vista e interpretações teóricas. É pesando nisto que reunimos nesta publicação este conjunto de ensaios. O primeiro, “Origens e Princípios do Comunismo de Conselhos”, apresenta uma interpretação, mesmo que muito rápida, das idéias seminais do comunismo de conselhos. Não foi o objetivo realizar uma vasta pesquisa histórica a respeito desta tendência, mas tão-somente deslindar, demonstrar seus aspectos estruturais. O segundo, “A Perspectiva Conselhista”, é uma tentativa de aprofundar o debate acerca dos elementos que dão unidade e autonomia ao pensamento conselhista. Demonstrar, com profundidade, quais aspectos do conselhismo o diferenciam das demais tendências: social-democracia, bolchevismo, anarquismo e bordiguismo foi a ambição do ensaio. Isto é necessário, pois fazer uma leitura de conjunto das várias tendências que compõem a história do movimento operário, comparando-as umas às outras, explicitando seus limites e contradições é uma tarefa que nosso estudo somente iniciou, mas não concluiu. Mas o fizemos partindo de uma perspectiva, a perspectiva do proletariado. Julgamos ser o conselhismo a tendência que melhor expressou teoricamente os interesses históricos do proletariado. Assim, a perspectiva conselhista é simultaneamente a perspectiva do proletariado, o que não a isenta, entretanto, de limites de análise e contradições. O ensaio seguinte, “Os Conselhos Operários de Anton Pannekoek: uma Utopia Concreta da Revolução Proletária” evidencia claramente esta afirmação. Os Conselhos Operários é uma das obras fundamentais deste autor, um dos principais teóricos do comunismo de conselhos. Escrita durante e após a segunda guerra mundial, este texto é produto de reflexões de décadas por parte do autor acerca da prática revolucionária do proletariado nas primeiras décadas do século 20. Como dissemos, o comunismo de conselhos expressa os interesses históricos do proletariado. Tentamos demonstrar isto analisando a obra de Pannekoek pelo viés defendido por Ersnt Bloch em seu “Princípio Esperança”. Bloch, ao apresentar o conceito de utopia concreta, ou seja, aquele conjunto de relações, desejos, projetos que existem em nossa sociedade como tendência, demonstra claramente que o devir é uma categoria do real existente. É com base neste pressuposto que analisamos Os Conselhos Operários de Anton Pannekoek, demonstrando que ele, ao analisar o movimento revolucionário do proletariado, coloca de maneira cristalina a possibilidade de se concretizar uma outra sociedade, a sociedade autogerida. O ensaio seguinte “Autogestão: Desejo e Possibilidade” apresenta algumas notas acerca do que é a Autogestão Social, mas mais do que defini-la, o que importa neste texto é a demonstração de que para se compreender verdadeiramente o que é Autogestão Social, é necessário desejá-la. A Autogestão é uma possibilidade concreta, uma utopia concreta, para utilizar expressão de Ernst Bloch. Mas a nossa realidade é prenhe de inúmeras possibilidades. Se o devir é necessariamente uma categoria do agora, do hoje, do real-presente, que devir nós desejamos? O fim das classes sociais e a autogestão social ou a barbárie generalizada? Encerramos o livro com o ensaio “Espaços Públicos e Espaços Coletivos: do Encontro à Esperança”. Novamente, permitimos que o ainda-não-consciente se manifeste concretamente. Enquanto Freud e a psicanálise em geral dedicaram toda sua energia à compreensão do inconsciente, ou seja, aos elementos reprimidos do passado; o ainda-não-consciente é a antevisão ou a percepção de tendências existentes concretamente. O inconsciente revive o passado, o ainda-não-consciente goza o futuro, analisando concretamente as tendências do presente. A criação de espaços coletivos na sociedade burguesa é expressão de uma tendência em nossa sociedade, compreendê-la e decifrá-la é nossa obrigação. Este ensaio dá os primeiros passos, cabe a todos nós continuarmos a fazer o caminho, pois como disse Bertold Brecht “Caminhante, não há caminho, o caminho se faz ao caminhar".

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Acompanham este blog: