Rádio Germinal

RÁDIO GERMINAL, onde a música não é mercadoria; é crítica, qualidade e utopia. Para iniciar clique em seta e para pausar clique em quadrado. Para acessar a Rádio Germinal, clique aqui.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O Novo Milagre Brasileiro...

A TAXA DE POBREZA DIMINUIU NO BRASIL?

Por Nildo Viana

No último comunicado do IPEA, num. 58, Dimensão, evolução e projeção da pobreza por região e por estado no Brasil, divulgado no dia 13 de julho de 2010, temos um conjunto de dados estatísticos que foram recebidos pelos meios oligopolistas de comunicação como significando uma diminuição da pobreza no Brasil. Porém, muitas vezes os dados estatísticos são ilusórios. É responsabilidade social do intelectual esclarecer o que fica obscuro nos dados apresentados por determinadas instituições e que recebem determinadas interpretações pela grande imprensa.

Segundo tal comunicado, as linhas de pobreza absoluta e extrema diminuíram no Brasil. As linhas de pobreza absoluta e extrema utilizadas foram estabelecidas pelo critério de rendimento médio domiciliar per capita, respectivamente, de até meio salário mínimo mensal e de até um quarto de salário mínimo mensal. O critério em si já é questionável. A renda domiciliar média per capita de mais de meio salário mínimo não significa que alguém saiu da pobreza e nem que vive em boas condições ou mesmo tem suas necessidades básicas satisfeitas. O estudo não define o que entende por pobreza, apenas coloca sua classificação arbitrária colocando que pobreza absoluta vai até meio salário mínimo e extrema até um quarto do mesmo. Ou seja, na pesquisa, quem ganha 10 reais (per capita) acima da metade do salário mínimo saiu da pobreza absoluta, o que não deixa de ser risível. E, na referida pesquisa, quem ganha um real a mais do que um quarto do salário mínimo (renda domiciliar per capita), saiu da pobreza extrema e foi para a absoluta. A comicidade do critério não é tão evidente para algumas pessoas. Perde-se de vista que 1, 10 ou 20 reais a mais por indivíduo faz muito pouca diferença.

Mas, além disso, há vários outros aspectos envolvidos. O nível salarial não pode ser a única medida para se pensar a taxa de pobreza, pois existem outras determinações que interferem nisso. Por exemplo, o atendimento médico-hospitalar gratuito, a educação gratuita, etc. se forem retiradas, mesmo que se aumente a renda per capita em alguns reais, haverá empobrecimento. Inclusive, para as pessoas com carteira assinada, essa renda significa uma coisa, para os sem carteira, significa outra e a pesquisa não faz esta diferenciação. Se há caso de doença (e esta tende a ser maior para quem vive em condições desfavoráveis), então os gastos com remédios irão interferir e desviar, por exemplo, o que seria gasto com alimentação. Da mesma forma, quem paga aluguel pode ganhar 100 reais a mais do que alguém que vive na rua ou tem casa própria e isto vai significar coisas diferentes. Se paga aluguel e ganha o mesmo que alguém que tem casa própria, então sua renda e nível de vida são bem inferiores. Se houve desvalorização da moeda, os aumentos numéricos de renda per capita não significam diminuição da pobreza. Se serviços gratuitos se tornam pagos, também interfere. Ou seja, os dados estatísticos não comprovam que houve diminuição da pobreza, porque são dados insuficientes, que não leva em consideração milhares de determinações que interferem e que vão além da renda.

Isto sem falar nas questões técnicas das entrevistas, na veracidade das informações fornecidas e nas variações de rendimento de um mês para outro para quem não tem renda fixa. Estas questões também podem provocar variações nos resultados e mesmo se elas fossem pequenas, seriam maiores do que se pode imaginar. Isso se deve ao fato de que os dados não apresentam grandes diferenças reais, apenas numéricas.

Assim, o que pode parecer grande mudança na representação estatística, no fundo, na realidade não é tão grande assim, principalmente se percebermos que se trata de mudanças ilusórias, o que significa que a alteração é irrisória.



Além disso, há o pressuposto da pesquisa do “regime de estabilidade monetária”, o que é questionável, pois há uma desvalorização do dinheiro nem sempre reconhecida pelas instituições governamentais. O crescimento do salário mínimo não acompanhou o aumento real dos preços e, por conseguinte, a redução das taxas de pobreza é ilusória, tanto por sua base de definição (apenas salário), quanto por seu aumento real ser ilusório. Outro problema é o fluxo migratório, no qual pessoas de baixa renda vão para regiões mais desenvolvidas a procura de emprego ou então onde há uma tendência ou mesmo ilusão de melhoria, o que faz mudar os índices estaduais. Os dados estatísticos são um recorte estático da realidade, ou seja, apresenta uma percepção parcial e não total a realidade e sem ver o processo histórico, as mudanças, tal como se vê no exemplo do fluxo migratório. Para ter uma concepção mais concreta, também seria necessário obter outras informações, ver períodos anteriores a 1995, ver realidade de outros países para ter um parâmetro de comparação.

No caso de Goiás, assim como nos outros casos, não existe dados suficientes para uma análise mais completa e profunda. Os únicos dados que a pesquisa apresenta é o salarial e o PIB. Obviamente que, no que diz respeito ao PIB, se houver um aumento, então há uma tendência (embora seja preciso afirmar que é apenas uma tendência) de haver mais pessoas empregadas e menos desemprego e, portanto, mais pessoas com nível de renda maior do que antes. O aumento da industrialização do estado também reflete sobre isso, pois o PIB/indústria aumentou de 5% em 1970 para 32,5 em 2000, sendo que o setor industrial oferece salários maiores do que outros setores e outros benefícios sociais, além do seu impacto sobre outros setores. Porém, o impacto disse depende de várias outras determinações, inclusive o crescimento populacional, as políticas estatais (de assistência social, educação, saúde), etc.

Porém, se não bastasse isso o IPEA apresenta as seguintes “previsões”:

“Tendo em vista o comportamento positivo de queda nas taxas de pobreza observado durante o regime de estabilidade monetária, passa-se a considerar a possibilidade de o Brasil vir a superar a condição de pobreza extrema e reduzir sensivelmente a taxa de pobreza absoluta nos próximos anos. Quando se projeta no tempo a redução nas taxas de pobreza absoluta (3,1 pontos percentuais) e extrema (2,1 pontos percentuais) alcançada no período de maior registro de sua diminuição recente (2003-2008), pode-se inferir que em 2016 o Brasil terá superado a miséria e diminuído a 4% a taxa nacional de pobreza absoluta (leia no sítio do Instituto na internet o Comunicado do IPEA no 38, de janeiro de 2010)”[2].

Aqui a abstração metafísica ultrapassou todos os limites do bom senso. Curiosamente, se abstrai toda a realidade, utiliza-se uma média abstratamente e a lança para o futuro como se tudo fosse ficar da mesma forma (a situação internacional e suas crises, a situação nacional, os governos que irão se suceder, as catástrofes naturais que podem ocorrer, o processo inflacionário, o desemprego, etc., entre os demais aspectos acima mencionados).

A grande pergunta é: de onde vem tanto otimismo, acompanhado de tanta abstração metafísica (o que o sociólogo Wright Mills chamou “empirismo abstrato”) e tanta desconsideração pela realidade concreta. O critério do rendimento é a chave para fazer a mágica estatística para maquiar e colorir a realidade sombria e ainda proporciona uma bola de cristal tendenciosa que prevê, como Pangloss, o melhor dos mundos possíveis, mas indo além dele e dizendo que “ainda vai ficar melhor”!! Se alguém dissesse que essa magia toda é o mesmo que propaganda governamental, não estaria muito longe da verdade.

terça-feira, 6 de julho de 2010

II SEMINÁRIO: PERSPECTIVAS DE JUVENTUDE

II SEMINÁRIO: PERSPECTIVAS DE JUVENTUDE
Goiânia - 09 e 10 de Julho de 2010
Casa da Juventude Pe. Burnier

O seminário é uma iniciativa da Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude em continuação a comemoração dos 10 anos do projeto de ESPECIALIZAÇÃO EM JUVENTUDE NO MUNDO CONTEMPORÂNEO, promovendo discussões e reflexões no campo da temática juvenil, congregando professores, pesquisadores e ex-alunos desta pós-graduação. Destina-se aos alunos/as do Curso de especialização em Juventude no Mundo Contemporâneo, especialistas em juventude, professores do programa ou que já passaram pelo programa, Rede Brasileira de Centros e Institutos, estudantes e pesquisadores de áreas afins. Jovens das diversas áreas. Seguimentos juvenis.

PROGRAMAÇÃO
09 de julho
08:30 hs – Acolhida e abertura do Seminário
09:30 às 12hs - CONFERÊNCIA JUVENTUDE E TRABALHO
Ementa: As concepções e desafios da educação e do trabalho para a juventude na atualidade
Debatedor: Prof. Dr. NILDO VIANA
Doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília. Professor da Universidade Federal de Goiás e pós-doutorando em Psicologia da Educação pela PUC-SP.
Coordenação: Prof. Msª Vanildes Gonçalves dos Santos – Coordenador da pós-graduação virtual - UCB, professora na Pós Juventude no Mundo Contemporâneo– FAJE-CAJU

14:30 as 17:30 hs – MESA 2 – ÓRGÃOS DE CONTROLE DE POLÍTICA PÚBLICAS PARA JUVENTUDE
Ementa: refletir sobre a construção e implementação dos órgãos de política publica de juventude, percebendo as relações de força, grupos envolvidos, papeis e desafios.
Debatedores:
Renildo Lucio - Especialista em Juventude
Alexandre Piero – Especialista em Juventude no Mundo Contemporâneo – FAJE/CAJU/CONJUVE-SP
Eudes Medeiros (Índio) – Presidente do Conselho Estadual de Juventude de Goiás - (CONJUV).
Coordenação: Janaina Firmino dos Santos - CAJU
18 às 19hs – LANÇAMENTO DE LIVRO E CONFRATERNIZAÇÃO

10 de julho
8:30 as 12:30hs - MESA 3 NOVAS MÍDIAS NA LINGUAGEM JUVENIL
Ementa: Refletir sobre a comunicação como forma de sociabilidade juvenil, percebendo as novas mídias e as diferentes linguagens que os jovens utilizam para interagir e se socializar.
Debatedores:
Claudia Valente Cavalcante – Mestranda Educação - PUC/GO
Wolney Fernandes de Oliveira – Mestrado em Cultura Visual – CAJU - UFG
Edina Lima Cardoso - Especialista em Juventude no Mundo Contemporâneo – FAJE - CAJU
Coordenação: Rafael Parente de Sá – IPJ/SP

Taxa de Participação: 20,00r$ - Inscrições na secretaria do curso com Débora Barros, de segunda a sexta das 13 às 18:30hs. - Maiores informações: posjuventude@casadajuventude.org.br ou pelo fone (62) 4009-0339

terça-feira, 4 de maio de 2010

V SACS - SEMANA ACADÊMICA DE CIÊNCIAS SOCIAIS - UFPR

11 A 14 DE MAIO DE 2010

A SACS é um evento promovido por alunos do curso de Ciências Sociais da UFPR e conta com a colaboração dos professores do mesmo curso. Tem como um de seus principais objetivos a comunicação entre os membros da comunidade acadêmica e aqueles fora do ambiente acadêmico, dessa forma a SACS objetiva se estender para além dos muros da academia e visa ainda trazer diferentes membros da comunidade para debaterem, se informarem, conhecerem, se comunicarem e aprenderem em conjunto.

A Semana Acadêmica de Ciências Sociais da UFPR teve sua primeira edição em 2006, como espaço de debate e de divulgação dos temas, áreas, problemáticas e práticas do que compreende as Ciências Sociais - Antropologia, Sociologia e Ciência Política, visando proporcionar esse ambiente de troca de experiências e conhecimentos, de reconhecimento do novo e do diferente, da apreensão das diversas formas de encarar a realidade social e propor soluções para os seus desafios.

A Comissão Organizadora da V Semana Acadêmica de Ciências Sociais da UFPR - 2010 mantém a preocupação com o ensino superior em todos os níveis, a prática da extensão e o fomento à pesquisa - atividades fundamentais na concepção de uma Universidade de qualidade, bem como com a demarcação dos rumos que orientam a prática científica e a prática política dos agentes sociais no cotidiano. Nesta perspectiva a V Semana Acadêmica de Ciências Sociais da UFPR - 2010 objetiva discutir temas dos diversos ramos e especialidades das Ciências Sociais de forma ampla e democrática, contando com a participação de professores, especialistas, militantes, artistas, ativistas e estudantes de diferentes partes do Brasil.

Programação

Terça Feira – Dia 11
09h00 - INSCRIÇÕES
Sala 903 – Sala PET Ciências Sociais

17h00 - Abertura Solene
NOITE
Mesa de Abertura – 19h00
Trajetórias Intelectuais.

Marco Antonio Perusso (UFRRJ)




Quarta Feira – Dia 12
MANHÃ
Mesa Redonda – 9h00
O Estruturalismo nas Ciências Sociais.

Selma Baptista (UFPR)
Adriano Codato (UFPR)
Ligia Negri (UFPR)

TARDE
Projeção de filme e debate – 14h00
Corpo e Estética.

Filme: "Pequena Miss Sunshine"
DEBATEDORAS:
Andréa Castro (UFPR)
Maria Desterro Figueiredo (UFPR)

NOITE
Mesa Redonda – 19h00
União Homoafetiva.

Ana Carla Matos (UniBrasil)
Márcio Marins (Dignidade)



Quinta Feira – Dia 13
MANHÃ
Mesa Redonda – 9h00
Gênero e Política: Participação da Mulher no Brasil.

Bruno Bolognesi (UFSCAR)
Clara Araújo (UERJ)
Patrícia Rangel (CFEMEA)

TARDE
Projeção de filme e debate – 14h00
Esporte e Questão Racial.

Filme: "Boleiros"
Debatedores:
Luiz Carlos Ribeiro (DEHIS)
Alexandro Trindade (UFPR)

NOITE
Mesa Redonda – 19h00
Meio-Ambiente e Desenvolvimento Nacional.
Dimas Floriani (DECISO)
Ricardo Cid (DEAN)
PAC



Sexta Feira – Dia 14
MANHÃ
Mesa Redonda – 9h00
Sociologia no Ensino Médio: Material Didático.

Simone Meucci (DECISO)

TARDE
Projeção de filme e debate – 14h00
Arte e Sociedade.

Filme: "Arquitetura da Destruição"
Debatedores:
Geraldo Leão (UFPR)
Nildo Viana (UFG)

NOITE
Mesa Redonda – 19h00
Planejamento Urbano e a Reforma de Curitiba.

Nelson R. de Souza (DECISO)
Reginaldo Reinert (IPPUC)
Maristela Ono (Design-UTFPR)

Mais Informações:
http://www.sacs.ufpr.br/

COLÓQUIO INTERNACIONAL CAPITALISMO COMO RELIGIÃO

Colóquio Internacional - Capitalismo como Religião

DESLOCAMENTOS DO RELIGIOSO NA SOCIEDADE CONTEMPORANEA
NÚCLEO DE ESTUDOS AVANÇADOS RELIGIÃO E GLOBALIZAÇÃO
PUC GOIÁS - UEG
Cidade de Goiás, 02 a 04 de junho de 2010


“O mercado global contém duas qualidades freqüentemente associadas à herança religiosa: transcen¬dência e onipresença. Sua globalidade transcende os indivíduos, as classes sociais e as nações, envolvendo a todos no seio de uma mesma integralidade. Seu domínio não conhece fronteiras, abarca o planeta por inteiro; homens, povos, natureza, a ele são submetidos. A universalidade do mercado, ou seja, sua extensão confere-lhe a dimensão de totalidade (e muitas vezes de totalitarismo). A transcendência é, contudo, sempre abstrata, algo latente; para se realizar ela deve manifestar-se no mundo, afirmar sua onipresença. A transcendência do mercado perpetua-se através do consumo, este é o ato que a situa, a singulariza, inserindo o indivíduo no seu ser... Entretanto, tais virtudes nada têm de “verdadeiras”, falta-lhes um fundamento ontológico, sagrado, por isso o mercado se apresenta como uma “falsa religião”, e sua adoração, uma “idolatria”. Religião e mercado surgem assim como entidades morais mundiais, concorrentes e conflitantes. Cada um com seus deuses, suas exigências, sua ética.”

Este texto do sociólogo Renato Ortiz (Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 16, n. 47, p. 72) dá uma boa impostação à proposta do Colóquio Internacional “Capitalismo como Religião – Deslocamentos do Religioso na Sociedade Contemporânea”. Os participantes do colóquio se propõem analisar e discutir as pretensões totalizantes e totalitárias do capitalismo, questionando se a sua ampla aceitação e onipresença mundial, a fusão dos horizontes da economia capitalista com as expectativas de felicidade e realização humana, a empatia da mercadoria com a esfera libidinal e do desejo, as experiências de transcendência que o consumo promete, se por tudo isso não deveria o capitalismo atual ser mais propriamente pensado e analisado como uma religião. Se não, onde estariam as fronteiras, os limites, as pertinências de cada um. Se sim, que tipo de religião seria este, que desafios teóricos coloca às ciências da religião, que desafios práticos propõe à prática política e que desafios existenciais apresenta também às religiões, sobretudo àquelas correntes críticas e libertadoras dentro do Cristianismo.

O Colóquio Internacional “Capitalismo como Religião – Deslocamentos do Religioso na Sociedade Contemporânea” é uma iniciativa do Núcleo de Estudos Avançados Religião e Globalização, da Rede Goiana de Pesquisa sobre Religião e Globalização e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, em parceria com a Universidade Estadual de Goiás, campus Cidade de Goiás. Dele participam economistas e historiadores, cientistas da religião, filósofos, teólogos e membros de movimentos sociais defensores de uma visão crítica da globalização. Como se trata de um colóquio, as conferências serão breves, de modo a propiciar bastante tempo para o debate entre os participantes e a interação com o público presente. Os textos das conferências estarão disponíveis a partir de meados do mês de maio nesta página.

Professores e estudantes das Ciências da Religião e das Ciências Sociais, pessoas e profissionais das mais diversas áreas estão convidados a participar.

PROGRAMAÇÃO

2/6/2010 – Quarta-feira
Tarde: Chegada à Cidade de Goiás, acomodação dos participantes
Noite
19h30 - Abertura e jantar de boas-vindas (NEAV-UEG)
20h30 - Passeio guiado pela cidade velha - Eduardo Quadros – UEG, Cidade de Goiás

3/6/2010 – Quinta-feira, Corpus Christi
Manhã
8h30 – Conferência: Pode o capitalismo ser considerado uma religião? Deslocamentos do religioso e esfera econômica
Alberto da Silva Moreira – PUC Goiás
9h – Debate e interação
10h – Pausa
10h20 – Conferência: Religión y fetichismo de la mercancía
José Antonio Zamora – CSIC, Madrid
11h - Debate e interação
12h – Pausa para almoço

Tarde
14h – Conferência: Capitalismo, transcendência e onipresença
Nildo Viana - UFG
14h30 – Debate e interação
15h30 – Pausa
16h – Conferência: A fé no dinheiro: promessa de salvação e riqueza infinita
Josué Cândido da Silva – UESC-BA, Ilhéus
16h30 – Debate e interação
17h30 – Pausa
19h30 – Jantar
20h30 – Programação cultural


4/6/2010 – Sexta-feira
Manhã
8h30 – Conferência: Mercado: a religião sem interditos e seu projeto de recriar o humano e o mundo
José Jorge de Carvalho – UnB, Brasília
9h – Debate e interação
10h – Pausa
10h20 – Conferência: O que o capitalismo mudou no cristianismo. Felicidade e renúncia
Luiz Carlos Susin – PUC-RS, Porto Alegre
11h – Debate e interação
12h – Pausa para almoço
Tarde
14h – Conferência: Grupos e movimentos cristãos contra a globalização capitalista autoritária
Michael Ramminger – ITP, Münster
14h30 – Debate e interação
15h30 – Pausa
16h – Conferência: As chances da religião libertadora – teologia da libertação e as utopias
político-religiosas dos excluídos
Nestor Míguez – CONICET, Buenos Aires
16h30 – Debate e interação
17h30 - Pausa
19h30 – Jantar
20h30 – Mesa-redonda final – As novas faces da religião

5/6/2010 – Sábado: possibilidade de visita à região de Goiás Velho.

Local: Universidade Estadual de Goiás – Campus Cidade de Goiás
Inscrições:
1) Preencher o formulário abaixo e enviá-lo para o endereço: camiladiassis@hotmail.com
2) Pagar a taxa de inscrição de R$ 15,00 na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião: PUC Goiás Área II, Bloco A, 1º andar (ao lado da igreja), Praça Universitária, Setor Universitário, Goiânia.
3) Ou pagar a inscrição diretamente na recepção do evento, na Cidade de Goiás.

Não estão previstas sessões para Comunicações.

Outras informações:
Geyza Pereira – Secretária do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião: Tel. 62 - 3946 1673
pcr@pucgoias.edu.br
Camila di Assis – Secretária do evento:
Tel. 62 - 8175 3729
camiladiassis@hotmail.com
Prof. Alberto da Silva Moreira – Coordenador do evento:
alberto-moreira@uol.com.br


Hotéis próximos à UEG, na Cidade de Goiás:

Hotel Araguaia
Av. Deusdete de Moura, 8 - Telefone: 62 3371-1462. Preços: R$ 20,00 por pessoa. Disponibilidade: 8 quartos duplos e 4 triplos.

Pousada Buriti
Av. Deusdete Moura, N° 7171 , Centro - Telefones: (62) 3371-3551 - 9208-6786 ou 9906-9830. Preço: R$ 25,00 por pessoa. Disponibilidade: 5 quartos triplos e 3 duplos.


Centro Diocesano de Pastoral
Rua Dr. Joaquim Rodrigues s/nº - Tel: Fax: (62) 3371-2380.
E-mail: diocesedegoias@cultura.com.br
10 min. da UEG; Preços: R$ 35,00 por pessoa

Outros hotéis e informações sobre a Cidade de Goiás:
http://goiasvelho.tur.br/cidade-de-goias-velho/hoteis-hotel-fazenda-pousadas-ecologicas-na-cidade-de-goias-velho.htm

http://www.guiadeonibus.com.br/hoteis.asp?Estado=go&Cidade=2730

Ficha de Inscrição:
http://www.ucg.br/puc/portal/home/secao.asp?id_secao=609

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Acompanham este blog: